Férias no Havaí

novembro 29, 2007 às 1:15 pm | Publicado em Cotidiano, Sr. Cetecentos | 3 Comentários

Enquanto as aulas ou o trabalho estão acontecendo, ainda mais em novembro, nada é mais esperado do que as férias, tanto que há até uma superestimação desse período. Vários programas são planejados (ou procrastinados) exclusivamente pra esse período: faxina geral, passar na casa de um amigo que uma vez te disse “passa lá em casa qualquer dia desses”, organizar as músicas, férias no havaí, começar a dieta, comprar o presente de amigo secreto, a lógica mesquinha mais dinâmica do Natal.

Quando as férias realmente começam, a maioria dos dias passa devagar. Os planos de outrora não fazem mais sentido. E, a não ser que você estude à noite na faculdade e faça isto por necessidade, o que faz sentido é ficar acordado até as 4 da manhã assistindo TV e depois tomar café-da-manhã comendo o almoço, porque antes você não podia. Aposto que esse não era um plano.

Encontrou o peixe?
O peixe estava na economia suíça, principalmente na região Norte.

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Ôba! Nova Temporada!

novembro 23, 2007 às 6:35 pm | Publicado em Televisão | 4 Comentários

As novas temporadas começaram aqui no Brasil. Pelo menos a maioria, já que outras devem iniciar só lá pra Fevereiro/08. Isso se a greve dos roteiristas não piorar e transferir tudo pra 2009. Mas voltando às estréias, confesso que algumas me surpreenderam. Vou falar de 4 delas e no fim, besta como sou, darei uma nota pra cada.

Por exemplo, The Big Bang Theory. A série conta a história de dois amigos super nerds que sabem tudo de física quântica, mas são anti-sociais. Eis que se muda pro apartamento da frente uma vizinha loira e bonita e muda a vida de um deles que tenta se aproximar dela. Achei a série bem legal, com tiradas inteligentes e os dois protagonistas são ótimos. Pra ter uma idéia, o primeiro episódio começa Continue Reading Ôba! Nova Temporada!…

O Parquinho Assustador

novembro 21, 2007 às 4:26 pm | Publicado em Elvira Yoki, Velhos Hábitos | 6 Comentários

hoje apresentando: a roda gigante

roda gigante

Parques não foram feitos para diversão.Todos aqueles equipamentos chamados por alguns de brinquedos, não passam de máquinas de tortura. Acontece que se essa grande verdade fosse revelada, os parques, ou seja, os donos dos parques parariam de lucrar.

Roda gigante. Pegam um roda, parecida com uma gigante roda de ramster. Atadas a essa roda se encontram gaiolas, por onde as pessoas entram e permanecem.

As gaiolas começam a subir, e a subir, e a subir. Quando atingem o ápice, o Sr. Controlador pára a roda. A gaiola fica lá em cima, balançando, balançando, balançando…

É a hora do tão falado flashback de uma vida toda, passando diante dos olhos. Você começa a ver o túnel de luz. A luz se aproxima, mais luz, quase o cega. Você está a dois passos de atravessar o túnel, quando…

O Sr. Controlador coloca novamente a roda pra funcionar. Após mais dois giros, é o fim. Você desce e parte pra outro.

A prática de ficar para fora de casa

novembro 8, 2007 às 9:18 pm | Publicado em Conselhos, Cotidiano, Sr. Cetecentos | 3 Comentários

Ficar pra fora de casa certamente é uma daquelas coisas que ninguém quer que aconteça, mas não tão freqüente quanto outras dessas coisas: atrasar para um encontro, perder a cena surpresa depois dos créditos de um filme, ter a reprise da sua novela favorita cancelada; é algo tão inesperado que é capaz de quebrar a rotina.

No caminho de casa é comum pensarmos: “Chegando em casa eu vou comer essa (torta de limão/vizinha) gostosa com (um pote daquele sorvete caro com nome suíço/outra vizinha)”. Depois de ter ficado pra fora de casa, você no mínimo vai pensar na possibilidade de entrar nela e vai revistar bem os bolsos antes de comprar um Häagen-Dazs para deixar derrendo no carro.

Se você tem dinheiro ou um carro, pode fingir que está indo ao shopping ou ao cinema até que alguma pessoa que, ao contário de você, não esqueceu de levar a chave, apareça para abrir a casa. O mesmo vale para visitas surpresas à casa de algum amigo. Se você tem celular (o que faz do momento algo raro), pode ligar para a pessoa que, ao contrário de você, não esqueceu de levar a chave, e oferecer um pote de Häagen-Dazs.

Quando a lógica destrói a lógica

novembro 3, 2007 às 1:48 am | Publicado em Domenik, Lógica, Vida Pessoal | 10 Comentários

Bem, eu não sou um nenhum expert de lógica. Mas em momentos de reflexão (aka momentos sem atividade) eu desenvolvo algumas teorias. E resolvi dividir algumas delas.

Cuidado, se você vive em função da matemática seu conjunto imagem pode ser danificado após essa leitura.

a-) A divisão por zero e o paradoxo matemático

Essa é a base de quase todas as minhas teorias lógicas. Sim, eu sei que não existe divisão por zero, mas apenas suponhamos que tal divisão seja possível. Zero é o equivalente de zero, então:
0:0=1
Tudo bem. Agora continuemos, como zero é sinônimo de nada, tudo o que for dividido por zero é igual ao infinito (supondo que esse seja um resultado possível).
x:0=∞
Também sabemos que qualquer número dividido por infinito é igual a zero.
x:∞=0
Nesse caso, podemos concluir que x/0= y/0 e que x/∞=y/∞, assim x=y. Trocando em miúdos, -1=2.007=i=π e todo o universo de número conhecidos. E de sobra temos a relação 0=∞.

b-) O elétron

O elétron é uma partícula de carga negativa. Diz-se que sua massa é desprezível (9,10938188 × 10-22 microgramas). A massa do próton, partícula de carga positiva, é aproximadamente 1.836 vezes maior que a massa do elétron . Em posse desses dados podemos fazer uma equação:
Massa do próton = 1836 . massa do elétron
Por princípios básicos da álgebra, uma equação não é alterada se dividirmos seus dois membros por um mesmo número. Assim, dividiremos tudo por infinito. Teremos:
0=0
Se os dois membros apresentam o mesmo resultado, então devem ter massas iguais. Dessa forma, a massa do próton é igual a do elétron, e se uma delas é desprezível, a outra também o é.

c-) O Universo

O Universo tem tamanho praticamente infinito. E continua se expandindo. O que eu sinceramente acho demais, já que o que era estupidamente grande torna-se colossal e estupidamente grande e por aí vai. Mas isso é um paradoxo. Chamemos a população total do universo de x. Como demonstrado acima, x/∞=0. Então a densidade demográfica do universo seria zero. Assim, não existiriam habitantes no universo, o que é um absurdo, afinal estamos aqui. E podemos definir esse “aqui” como um lugar bastante bonito, e acima de tudo, finito.

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O Melhor Casamento de um Desconhecido

novembro 2, 2007 às 11:41 am | Publicado em Festas, Lola | 4 Comentários

Ele: Sábado a gente vai lá ao casamento, né?

Eu: Casamento?

Ele: Sim.

Eu: De quem?

Ele: Não sei.

Tive um minuto de bobeira e aceitei o convite. Repeti muitas vezes pra mim mesma que aquilo não ia prestar. Mas nem todos os meus pensamentos negativos conseguiram estragar uma das melhores festas de casamento que eu já vi (sim, fomos direto para a festa).

A graça começou com o endereço da festa: uma chácara perto da casa do Tatu. Mentira, a graça começou quando um senhor muito do bêbado tentou explicar como se chegava à chácara. As coordenadas dele levavam ao açude, mas o que vale é a intenção. E, afinal, chegamos à festa.

O menu era dos mais finos: guaraná Aruba, cerveja Glacial, lingüiça, pão e maionese. Puta comida boa! E os garçons, então? Eram os filhos da noiva, as crianças mais simpáticas e educadas que eu já vi. E um deles era a miniatura do Pat Wilson, do Weezer. Uma fofura.

Por falar em parecenças, Jack White estava na festa e até dançou forró. E ele foi um dos que correu para pegar o buquê da noiva. Aliás, o lançamento do buquê é a minha parte preferida dos casamentos, mesmo quando ninguém sai machucado.

Depois de muito conversar com gente legal e encher a barriguinha, viemos embora. E se levamos alguma coisa dessa festa, não foi o arranjo da mesa e nem nada que caiba numa Tupperware.

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