Missão de Natal – II

janeiro 12, 2008 às 1:31 am | Publicado em Compras, Festas, Miss Ginsu | 2 Comentários

Desculpem-me. Sei que fiquei de aparecer na semana antes do Natal pra relatar sobre o primeiro dia da batalha, mas ficou tudo tão corrido com compras, chegada de parentes, trabalho e festas que não deu. Por isso, cá estou eu hoje pra cumprir o prometido – antes tarde do que nunca.

No dia 15, sábado, lá fomos eu e minha mãe às compras. A dificuldade começou em achar lugar pra estacionar – sem vaga na rua e os estacionamentos pagos lotados. Depois de muito rodar, achamos uma vaga. Íamos andar um pouco mais, mas a essa altura do campeonato quem se importava? Aqui na minha cidade sofremos com um grande problema: camelô demais. É barraca pra cá, barraca pra lá, no meio das ruas fechadas para trânsito de pedestres, nas calçadas. É tanta barraca que você mal consegue ver o nome das lojas – se você não souber exatamente onde fica a loja que quer ir, esqueça! Para nossa felicidade, nós sabíamos.  

Chegando à frente da loja, o susto: como entrar naquele mar de gente? Eu já fui logo cutucando minha mãe: “A senhora já viu o tamanho daquela fila pra pagar?”. Lógico que eu tive a grande sacada do dia – olhar as coisas que iríamos comprar e voltar no dia seguinte (domingo). Com certeza ia estar mais vazio. Dito e feito.

Olha, domingo é O Dia pra fazer compras no centro nessa época. Poucas pessoas aproveitam, você tem mais tempo pra escolher, praticamente não pega fila, encontra bons estacionamentos e sem falar que, se resolver colocar na rua, nem precisa ter o cartão zona verde.

Bem, o primeiro dia de batalha acabou se transformando em dois. Isso na primeira parte, é claro. Eu ainda acabei enfrentando o centro/caos no outro fim de semana – 21, 22, 23 e 24/12. Sim, quatro dias direto. Mas sobrevivi. Às compras, aos parentes, às festas.

A todos nós, um excelente 2008.

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O Melhor Casamento de um Desconhecido

novembro 2, 2007 às 11:41 am | Publicado em Festas, Lola | 4 Comentários

Ele: Sábado a gente vai lá ao casamento, né?

Eu: Casamento?

Ele: Sim.

Eu: De quem?

Ele: Não sei.

Tive um minuto de bobeira e aceitei o convite. Repeti muitas vezes pra mim mesma que aquilo não ia prestar. Mas nem todos os meus pensamentos negativos conseguiram estragar uma das melhores festas de casamento que eu já vi (sim, fomos direto para a festa).

A graça começou com o endereço da festa: uma chácara perto da casa do Tatu. Mentira, a graça começou quando um senhor muito do bêbado tentou explicar como se chegava à chácara. As coordenadas dele levavam ao açude, mas o que vale é a intenção. E, afinal, chegamos à festa.

O menu era dos mais finos: guaraná Aruba, cerveja Glacial, lingüiça, pão e maionese. Puta comida boa! E os garçons, então? Eram os filhos da noiva, as crianças mais simpáticas e educadas que eu já vi. E um deles era a miniatura do Pat Wilson, do Weezer. Uma fofura.

Por falar em parecenças, Jack White estava na festa e até dançou forró. E ele foi um dos que correu para pegar o buquê da noiva. Aliás, o lançamento do buquê é a minha parte preferida dos casamentos, mesmo quando ninguém sai machucado.

Depois de muito conversar com gente legal e encher a barriguinha, viemos embora. E se levamos alguma coisa dessa festa, não foi o arranjo da mesa e nem nada que caiba numa Tupperware.

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